O amargor

Adoro doce, mas nada se compara com um belo Campari!

Enquanto via o Masterchef Profissionais hoje, uma situação específica trouxe o tema ‘amargor’ a tona. Em um piscar de olhos fiz infinitas ligações dentro de minha cabeça e logo me bateu uma vontade imensa de escrever.

De todos os cinco tipos de sabores existentes, o amargo é o que mais me fascina, e como gastrólogo tento desenvolver minha percepção dos sentidos ao máximo. O amargor entrou em minha vida quando comecei a estudar mixologia um pouco mais a fundo, comecei a perceber o quanto essa sensação gustativa é fascinante. Vindo por outro lado comecei a me deparar com ingredientes que tem como o amargor a sua principal matriz de sabor, dentre eles os principais são a Jurubeba, o Jiló (de onde venho ele não é tão comum) e a Guariroba. Fiquei bastante intrigado em observar o deleite de meu sócio ao encher a boca com jurubebas durante um almoço qualquer desses, enquanto em meu palato, uma simples jurubeba caiu como uma pequena granada de puro amargor, agressivo e quase intragável.

Seja na mixologia, confeitaria, cozinha quente, ou enologia, por meio dos taninos de um belo tinto de corpo médio, o amargor tem se mostrado um desafio muito gostoso e divertido.

 

Escrito ao som de: Good Day – Yellow Claw.

Gosto dessa música por conta da batida em (03:04)

Link: https://youtu.be/RyMqplmQ_fE

Publicidade

Autor: smokeinairplanes

Sonhador, longe de casa, 24 anos, degustando as ilusões da vida adulta à seco.

Uma consideração sobre “O amargor”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: