[COLAB] Chama no probleminha!

 

Olar, esse post é sobre feminismo e escrito por mim “mesma”, a feminista que veio para acabar com a família tradicional brasileira e cortar o pinto do meu namorado ( Brinks).  Sou a “I”, que o Lucas às vezes cita por aqui, sou estudante de Letras e administradora desse bloguineo fofo do meu sad boy tumblr vulgo namorado blogayro. Como havia dito, esse post é sobre feminismo e talvez ajude alguém e tirar dúvidas sobre o assunto

Existem vários tabus a respeito de feministas e eu resolvi fazer uma listinha e desmistificar alguns;
     1. Feministas podem casar e ter filhos?

Podemos sim! mas isso se quisermos, se não quisermos, não nos casaremos e nem teremos filhos. O importante é fazer o que você quer.

  1. Feministas podem se depilar?

Sim! Eu por exemplo; adoro me depilar. Entretanto tem garotas que não gostam de depilação e se sentem bem em não se depilar, e aí que está o feminismo; poder escolher o que gosta e o que te faz se sentir bem, porque o importante é estar bem consigo mesmo.

  1. Todas feministas são a favor do aborto?

Isso é relativo. No final das contas, ninguém é a favor do aborto, mas, ele existe e precisa ser descriminalizado! E você deve está na tela do computador cheio de mimimi falando que somos contra a “vida”, entretanto, esquecem que várias mulheres morrem (mulheres pobres) em clínicas clandestinas porque o aborto ainda é considerado crime, enquanto mulheres ricas continuam abortando e vivendo uma vida normal. E se você é cristão e acha isso um absurdo, saiba que 70% dos abortos são feitos por mulheres evangélicas e católicas ( Joga no google, bb).

  1. As feministas querem matar os homens?

Bom, alguns! a maioria dos homens ainda tem jeito. Outros a gente queria matar sim.

  1. Feministas querem ter mais direitos que os homens?

Não. A gente quer direitos equiparados ao homem. Mas parece que essa ideia assusta, não é mesmo?!

E por último, mas não menos importante:

  1.  Feminismo é falta de “rola”?

Não mesmo! Inclusive, beijos para o meu namorado.

Pois bem, galero; o feminismo é um movimento político que visa igualdade entre gêneros, fazendo bem tanto para homens quanto mulheres. Afinal, o feminismo nunca matou ninguém, já o machismo… 

Escrito ao som de:

Hoje (?)

Hoje cedo levantei da cama com uma certeza “se for tão ruim quanto ontem, desisto”

Bem, só eu sei o quanto a vida tem batido forte, mas não leia com tom de vitimismo, afinal estou colhendo os frutos do que plantei, entretanto, o maior problema é que nem sempre estamos prontos para abraçar as consequências de nossas escolhas, por mais que elas sejam de nossa consciência.

É sentado, de pernas cruzadas, debruçado sobre esse teclado, que me pego pensando na versão perfeita que criei de mim mesmo, uma espécie de existência transcendental, inabalável e inalcançável, onde não existe cansaço, insegurança ou pressão social que me alcance. Um verdadeiro Übermensch do século 2000+17.

Porque estou falando disso, algo tão confuso? É que na atual organização das coisas, me pego desapontado comigo mesmo, em não aguentar lidar com as responsabilidades, exigências e compromissos que me são jogados na cara. É como se os desafios de cada dia fizessem redescobrir a minha própria humanidade, frágil, pequena e muito insegura.

Quanto ao meu dia? Bem, digamos que ainda não desisti.

Entretanto devo ressaltar o quanto algumas palavras podem fazer a diferença. Em um mesmo dia levei muitos tapas verbais, que bagunçaram totalmente meu eixo,  e outros que acabaram me fazendo dar mais uma chance, tolerar e tentar de novo.

Certa vez ouvi falar “não generalize seus problemas!”, mas acredito que não seja o caso, afinal todos acabam passando por momentos similares. É a jornada do heróis sendo posta a prova na vida real, onde flertamos com todo tipo de decisão, mas que no fim sempre tentamos de novo, um pouco mais forte.

 

Escrito ao som de:

Yaeji: te dedico.

 Tem dias que são feitos para serem vividos de forma mórbida.

Acompanhe comigo, hoje já rolou, preguiça, arrombamento de portão, nervosismo que me deixou com dor de cabeça, empurra empurra, chuva, café bom, ceviche ruim, lugarzinho comfy, bolo do caralho e o dia nem acabou. Ah, teve confirmação de um trampo que sempre sonhei.

Não estou sendo mal agradecido, até porque tenho pessoas maravilhosas ao meu lado, e posso afirmar que elas se fazem presentes em qualidade, não quantidade, afinal continuo comendo sozinho.

Mas poxa, estava aqui pensando. Porque raios ainda estou triste? Ou nessa condição de humor tão ruim?

Talvez seja a vida adulta me abraçando cada vez mais forte, ou o cheiro de chocolate caramelizado, chegando ao ponto de queima, aqui onde estou bebendo meu café. O fato é que já decidi não lutar contra.

Esse texto deve estar meio confuso, mas não é de se estranhar, afinal está tudo meio confuso. Parece que peguei tudo que sinto, coloquei num bowl, tempero com minha ansiedade e estou comendo à colheradas.

Ah, que se f**a também! Dias de chuva nessa cidade me deixam melodramático.
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Ps: geralmente registro os roles que me fazem escrever através do meu Instagram, então se quiserem entender melhor, basta abrir ele @lpdesousa enquanto lê, sempre tem uns stories e afins 🙂

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Escrito ao som de:

Saudosismo pamonhístico 

Wonderwall ao telefone, tarde nublada, olho através da janela e me sinto um personagem de “imagens Tumblr”.

Baboseiras à parte, essa tarde tem um clima mais gostoso do que as que vivi durante a última semana. Motivo? Bem, acho que provavelmente é porque me desprendi de alguns problemas e estou ouvindo música desde que acordei.

Parece que esse tempo a sós comigo mesmo, em meio ao caos que me rodeia está sendo bem gostoso de viver, afinal, estou sendo um mero espectador. Divertido pra cara$&#, admito.

Nesse momento vieram me entregar uma pamonha. Engraçado porque qualquer pamonha que eu não esteja envolvido no processo de fabricação, acho extremamente esquisito, afinal lá em casa, meu pai trazia um saco de milho e todos debruçavamos em torno daquele mundo de espigas. Eu odiava quando mais novo, afinal dava muito trabalho, mas hoje quando olho para trás, acho o máximo, afinal era um verdadeiro evento familiar, sabe.

Hoje, morando longe de casa, sinto muita saudades de tudo, até mesmo das partes mais difíceis e trabalhosas. Chega a ser engraçado como as coisas funcionam, afinal bem como às pamonhas, haviam muitas outras situações que me tiravam do sério anos atrás, mas conforme as coisas foram desenvolvendo, comecei a sentir falta ate mesmo de meus problemas do passado. Isso sim que é saudosismo, não acham?

Escrito ao som de: Mama – Blue Jonas

Memória fotográfica – comida

Estava aqui no job, sentado e observando a chuva chegar, quando de repente viajo para algumas boas memórias.

Estou com o celular em punhos para compartilhar este pequeno relato, e o mais engraçado é que um amigo de trabalho, chileno, não para de conectar um assunto atrás do outro. Confesso que precisei fugir daqui, mesmo que em pensamento.

Estava lembrando da casa de meus pais e outras situações, e do quando me divirto com pequenas coisas, seja brincando com um monte de temperos, ralando milho seco para polenta ou satisfazendo minha mania de organização.

Meu pai havia chegado com um saco cheio de milho de nossa fazenda. Porque? Não sei, ele é um sujeito impulsivo. Acabei guardando algumas espigas para testes. Bom, dias se passaram e em uma tarde de terça feira, quase noite na verdade, acabei me entretendo bastante com um teste para polenta que acabei executando. Ainda lembro muito bem do gosto adocicado daquela que foi a melhor polenta que já comi.

Foto tirada em Fevereiro de 2017
Coquetelaria também é uma grande paixão que alimento secretamente. A senhora minha mãe não é chegada em bebidas, mas aos poucos ela vai entendendo que por trás de cada garrafa existe uma bela história, com métodos de extração, tradição, trabalho árduo e muita paixão. A foto a baixo foi de um treinamento rápido que dei aqui para os colaboradores do trampo.

Foto tirada em Agosto de 2017
Ainda nessa pegada de bebidas, a foto a baixo foi tirada em um momento muito divertido do meu antigo Job, onde a barman da casa precisava de alguns ingredientes para a elaboração da nova carta de drinks, e embalado em meus estudos na área e conhecimento de cozinha, acabei elaborando um bitter de hibisco, que não saíram na foto. No momento em que tirei essa foto, estava prestes a tostar essas especiarias para liberar os olhos essenciais de casa uma. Ainda lembro da diversão e o cheiro que tomou conta de todo o estabelecimento.

Foto tirada em Junho de 2017

Minha relação com a cozinha foi construída essencialmente sob dois pilares, a curiosidade infantil que sempre me moveu e o carinho que tenho pela comida, vindo principalmente de minha mãe. Ainda lembro bem quando tinha por volta de meus 13 anos e ela me chamaram na cozinha, dizendo “filho, vou te ensinar a cozinhar, porque um dia vai ser de grande ajuda, principalmente quando estiver morando longe de casa”. Pois é mãe, quem diria que aquele pequeno momento, às onze da manhã de um dia qualquer perdido em 2007 mudaria tantas coisas por aqui.

Escrito ao som de: Skrillex & Poo Bear – Would You Ever

Cultura de Internet? #2

Nesse inicio de madrugada de segunda, ansiedade lá no topo, costas doendo por estar digitando em uma posição medonha, e vamos em frente!

Me sinto um tanto quanto idiota por estar elaborando um post sobre memes, enquanto converso com I., que está comigo em uma chamada de vídeo, discorrendo sobre grandes obras da literatura nacional. O gastrólogo que era péssimo em estudo da língua, agora está ao lado de uma professora de português, com foco em literatura e clara aptidão para linguística. Que ironia meus amigos!

Pegando gancho em minhas desventuras, vamos a esses maravilhosos diamantes que a internet forjou nas profundezas de seus fornos alimentados a humor da pior qualidade.

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Quando I. vem brigando para o meu lado sempre resolvo tudo com muita classe.

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Enquanto penso e ela não para de cantar Elis Regina, achando que eu não estou ouvindo.

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Claro, nem sempre tomo boas decisões, geralmente erro umas duas vezes antes de acertar.

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O melhor de tudo é que sirvo de entretenimento pra ela.

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No meio da situação perco a paciência comigo mesmo diversas vezes, como de costume.

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Ela me acalma e solto um sorriso amarelado, tentando fingir que tudo está tranquilo. Pois bem, no final das contas chegamos em uma solução e vida que segue.

Bônus:

Ela ama Masterchef e programas de culinária. Assisto porque ela me ‘instiga’.

Instigar = obrigar

 

Bom, vocês já devem ter entendido como as coisas funcionam, então vamos deixar a continuação desta mini série para outra ocasião. Claro, isso se quiserem. Melhor eu ir dormir porque amanhã o dia vai ser longo.

 

Escrito ao som de: The Sixth Station (Spirited Away)