Uma fábrica de biscoito Bauducco para o Lucas

(Isso é um post colab da I.)

Acredito que só existia uma publicação de autoria minha neste bloguineo que pertence ao L. Inclusive, L. Está em algum lugar no Pará e com certeza não sabe o quanto estou transbordando de orgulho de quem ele está se tornando.

Conheci L. há mais de dois anos e ele parecia um daqueles “engomadinhos topzeira” que eu tanto evitava me relacionar. Mas pfff, não era bem assim, ele tinha uma sensibilidade incrível de enxergar a dor dos outros e isso com o tempo cada vez mais foi aflorando.

Como feminista, não acho que homens mereçam biscoitos, mas L. é uma exceção, e como exceções são raras, para ele eu daria até uma fábrica de biscoitos (muito biscoitera mesmo). Ele consegue reconhecer seus erros e também evitar errar, e mais do que isso, tem uma consciência política incrível. Lembro dele falar: “me ensina sobre feminismo? Eu quero entender” “me fala sobre aquilo”, acontece que acabamos aprendendo juntos sobre muita coisa.

Sempre quis um namorado que eu pudesse me orgulhar, e isso não tem a ver com ter dinheiro, beleza, emprego de sucesso ou qualquer coisa matérial parecida. É sobre ter alguém que sabe se importar com o próximo e não ser um cuzão com ele. E eu finalmente tenho um namorado assim.

Não é seu aniversário e nem dia dos namorados, mas no meio desse caos todo que o mundo é, queria festejar a pessoa que você é. Tenho orgulho de você, L.

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Esses dias têm chovido bastante 

Em frente de casa, bolo de banana à minha esquerda, café à direita e celular em punho, esses últimos dias tem sido no mínimo desgastantes.

Sabe quando você senta, acende um cigarro, respira fundo e se pergunta “por quê?”, pois é, substitua esse cigarro por um café. Eis que estou aqui. Os últimos dias tem sido tão esquisitos que até vídeo do Pondé me peguei assistindo. “Ah, você não gosta do Pondé?”, sinceramente eu nem conheço, mas tenho certa antipatia do cara. Sem julgamentos, ok?

Ontem fiquei sem postar, o que me entristeceu mais ainda, mas se fosse para produzir uma fração de conteúdo com o clima mórbido que me acometera preferi ficar calado, afinal, a própria sabedoria popular certa vez decretou: muito ajuda quem não atrapalha.

Ontem um amigo propôs que tentasse exercitar uma certa blindagem psicológica a qual me explicou. Confesso que concordei com tudo que ele disse, simplesmente porque não havia força dentro de meu corpo para discordar. Tenho certeza que todos já passaram por isso.

“impotência”, por mais bobo que pareça esse termo, de fato ele faz sentido. Lembro que ouvi pela primeira vez em uma aula do Clóvis, sujeito que me agrada aos ouvidos, de forma até meio cômica. O mais engraçado é a forma que ele expõe essa perda ou ganho de potência. Basicamente quando menos potência, menos de você existe dentro de si mesmo, é como se estivesse morto por dentro, sabe? Inclusive esse termo “morto por dentro” parece lema de adolescente chato, estilo os emos em 2005.

Ah, esse texto está meio sem pé nem cabeça, então vou por um meme aqui no final para alegrar a nossa noite de terça. Mais tarde tem Masterchef, que inclusive I. vai me obrigar a assistir. Reclamo mas gosto muito de fazer essas coisas com ela, mesmo à distância.

Vou terminar meu café e segue um meme para  apreciação:

Escrito ao som de: Logic – 1-800-273-8255

Cultura de Internet? #2

Nesse inicio de madrugada de segunda, ansiedade lá no topo, costas doendo por estar digitando em uma posição medonha, e vamos em frente!

Me sinto um tanto quanto idiota por estar elaborando um post sobre memes, enquanto converso com I., que está comigo em uma chamada de vídeo, discorrendo sobre grandes obras da literatura nacional. O gastrólogo que era péssimo em estudo da língua, agora está ao lado de uma professora de português, com foco em literatura e clara aptidão para linguística. Que ironia meus amigos!

Pegando gancho em minhas desventuras, vamos a esses maravilhosos diamantes que a internet forjou nas profundezas de seus fornos alimentados a humor da pior qualidade.

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Quando I. vem brigando para o meu lado sempre resolvo tudo com muita classe.

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Enquanto penso e ela não para de cantar Elis Regina, achando que eu não estou ouvindo.

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Claro, nem sempre tomo boas decisões, geralmente erro umas duas vezes antes de acertar.

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O melhor de tudo é que sirvo de entretenimento pra ela.

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No meio da situação perco a paciência comigo mesmo diversas vezes, como de costume.

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Ela me acalma e solto um sorriso amarelado, tentando fingir que tudo está tranquilo. Pois bem, no final das contas chegamos em uma solução e vida que segue.

Bônus:

Ela ama Masterchef e programas de culinária. Assisto porque ela me ‘instiga’.

Instigar = obrigar

 

Bom, vocês já devem ter entendido como as coisas funcionam, então vamos deixar a continuação desta mini série para outra ocasião. Claro, isso se quiserem. Melhor eu ir dormir porque amanhã o dia vai ser longo.

 

Escrito ao som de: The Sixth Station (Spirited Away)