Bee Gees, chuva e a marola alheia.

Choveu o dia inteiro aqui na cidade sem amor e logo no meu dia de folga.

Bem, acabei dormindo até bem mais tarde do que deveria, mas consegui sair a tempo de resolver minhas pendências mais urgentes, como banco, contas e etc. I. me lembrou que agora sou adulto e tenho que lidar com isso.

Passei o dia pensando em uma cafeteria que estava afim de conhecer durante esse dia de pseudo descanso. Acabei levando chuva por umas boas horas enquanto desenrolava o meu rolê, para no final de tudo o mirante da 9 de julho estar fechado. Que vacilo! Pra completar fiquei preso por um tempo de baixo do MASP, enquanto esperava a chuva acalmar.

Findou que chamei um carro naquele famoso app de viagens e acabei indo para o meu “plano b” do café. Daí que veio a vontade de escrever. O dia estava meio bosta, mas cheguei aqui, sentei do lado de fora, afinal estava muito cheio na parte interna e me pus a observar o movimento da rua e pedir cafezinhos.

Enquanto tomava café e observava as pessoas passarem, bem como uma senhora interiorana, um colega mandou uma versão incompleta de um cover de Tragedy, do Bee Gees, e pediu minha opinião. Confesso que adoro essa música, mas nunca parei pra analisar ela de forma fria. Eis que chegamos a conclusão de que provavelmente a única coisa que faltava para ficar perfeito era o vocal rasgado do refrão e pré refrão. Estou muito ansioso para ver a versão definitiva G. ainda mais se você conseguir elaborar aquela arte para ser o visual.

Debruçado sob o celular, discutindo Bee Gees, tomando café e vendo as pessoas, comecei a perceber um cheiro peculiar no ar. Era aquela marola característica de um belo finicólico sendo carbonizado. Não sei a quanto tempo estava recebendo esse tipo de influência, mas nesse momento estou me sentindo um pouco engraçado, afinal não sou acostumado com essas coisas. Talvez seja o excesso de cafeína ou qualquer outra coisa, mas que estou me sentindo engraçado, isso estou.

I. está dizendo para eu postar uma foto da face no instagram, porque segundo ela, o equilíbrio entre fotos de comida e de meu rosto, está desproporcional. O fato é que não sei como tirar fotos do rosto, admito.

Tô pensando se pego ao quarto café ou se daqui me vou. Pois bem, até mais.

A volta daquele que não foi.

Pois é amigos, voltei e agora talvez seja pra ficar! Ou não, vai que, né kkk

Bem, muita coisa mudou e estou vivendo um ciclo muito diferente em minha vida, e com isso pretendo retomar o blog, mesmo que à passos moderados, em comparação ao começo.

Fiquem com essa foto (capa) e uma música aqui que vem me acompanhando a um tempo nessas últimas madrugadas. Inclusive, atualmente tenho sentido que tenho o relógio biológico do Batman, mas isso é assunto para outro dia.

 

Escrito ao som de:

 

Um 220v em mim mesmo.

Minha vida deu mais uma reviravolta, e por meio deste, venho deixar explícito, para qualquer um, as diretrizes que tenho a obrigação de abandonar ou cultivar nesse novo ciclo. Ah, isso foi ideia de I., devo agradecer a ela antes de mais nada.

Ao som da abertura de Chrono Trigger (PS1), venho apresentar minha nova cartilha para os próximos meses/anos.

O que fazer?

  • Não ter medo das pessoas.
  • Exercitar o corpo.
  • Acreditar em mim mesmo.
  • Dormir bem e na hora certa.
  • Trabalhar.
  • Comprar um PC novo.
  • Juntar dinheiro para cursos e tatoos.
  • Conhecer todos os restaurantes que aconoanho (que não são poucos).

O que não fazer?

  • Acordar tarde.
  • Levar o blog como uma obrigação.
  • Ficar em casa o dia todo.
  • Corpo mole.
  • Beber de mais.
  • Fumar.
  • Me deixar abater.

 

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Sei que parecem ideias muito simples, e de fato são, mas sabendo como eu mesmo funciono, pretendo dar a liberdade a qualquer seguidor do blog, ou amigo, de me lembrar o que realmente importa, e como devo me portar para alcançar meus objetivos.

Estou saindo de MG em direção à SP, me desejem sorte amigos.

 

Escrito ao som de: Chrono Cross Openin

DEVOLVE AÍ IRMÃO!

Se sair de casa sem celular me faz sentir nú, imagina só quando alguém começa a explorar minha intimidade móvel sem consentimento prévio, me sinto assediado!

Talvez assédio seja uma palavra meio forte, mas convenhamos, todos sentem aquela pontada no peito ao entregar o celular na mão do coleguinha para ele ver X, e quando você se dá conta ele está vendo Y, Z, perigando trombar até com aquele nude enterrado nos confins da bendita galeria de fotos.

Estava conversando com uma amiga, e papo vai papo vem, esse assunto acabou surgindo, logo minha cabeça começou a trabalhar nessa relação que existe entre intimidade x celular. Claro, existem dois tipos de pessoas, as que usam o aparelho como uma simples ferramenta, usada de vez em quando, e aqueles que usam o celular como um espécie de compilador de toda a sua vida, e gostaria de admitir que pertenço a esse segundo grupo, afinal se parar para pensar, boa parte da minha existência nos últimos meses está sintetizada naquele pequeno aparelho.

Sabe, não é como se tivesse recheado de gente nua e sexo selvagem, mas meu celular tem bons momentos de minha intimidade, tipo aquelas fotos da galera, marmanjos entre 21/24 anos, brincando em um parquinho em plena madrugada, ou foto de umas comidas feias que faço, fotos de minha família no cotidiano, prints de coisas bobas que vejo no Instagram e mais uma série de bobeiras que são importantes para minha pessoa, as quais se eu não estiver na vibe, vou proteger dos olhos alheios com unhas e dentes. Basicamente o que todo mundo faz, exceto a galera que é usuário ativo do Tinder.

 

Escrito ao som de: RICE BALLS – Pink Guy

Link: https://youtu.be/LeMVDuIO3J0